sexta-feira, 1 de junho de 2012

Meu Caderno

  Quantas noites acordei, com o peito querendo explodir e uma vontade imensa de escrever: uma crônica, uma poesia, qualquer coisa que me acalmasse. Erguia-me, dentro da madrugada, em que todos dormiam, pegava um caderno, que reservara apenas para esses momentos e escrevia... Escrevia... Até saciar a fome de escrever. Mais calma, deitava-me e dormia. Não sei por onde anda esse caderno, em que jogava toda a inspiração, que me sufocava. Ah, se pudesse reencontrá-lo! Naquele tempo, eu não pensava ser escritora, mas já o era sem saber. Escrevia apenas, para aliviar aquela febre muito louca, que sentia e que baixava, depois de derramar um monte de frases, sobre as páginas do "meu caderno". Nem me lembro o que escrevia, mas me lembro que, na época, sentia uma satisfação muito louca, ao ler o que acabara de produzir.
  Por onde andará meu caderninho? Quem souber notícias dele...

quinta-feira, 31 de maio de 2012





 Algumas pessoas me julgam boazinha. Outras me acham bobinha. Tudo isso pelo mesmo motivo: é que sei perdoar e logo,logo, estou abrindo um sorriso gostoso,  apesar de ter sido  traída, ultrajada, abandonada, tendo tudo isso magoado, profundamente, a minha alma. Como se enganam em seu julgamento! Nem boazinha nem bobinha… O que sou mesmo é inteligente: Afinal, ninguém merece que eu sofra por suas ofensas. E se não perdoo, sinto o peito arrebentar de tanta amargura e decepção. Quem sabe a pessoa, causa do meu sofrimento, já nem se lembre mais, que, um dia, tanto me ofendeu? Aí é que está: seguirá, com certeza, feliz da vida, fazendo mais vítimas, no seu caminho. E eu vou sofrer, por quê? Por ser uma coitadinha? Que  coitadinha , que nada! Vim ao mundo para ser feliz. Não para me deter  nestas mazelas da vida e me sucumbir de tanta tristeza.  Tenho mais o que fazer e a felicidade me espera. Agora, se alguém me perguntar se esqueci a ofensa, direi que não. Claro que não! Para isso tenho memória.Só que vejo todo aquele sofrimento (que durou menos de dois dias, com certeza ) já tão distante e insignificante, que não sinto mais doer o coração e nem sinto o menor resquício de raiva, ódio ou mágoa de ninguém.
 O maior de todos os mestres, o homem mais inteligente, que já pisou neste Planeta – Jesus Cristo – ensinou-nos a perdoar e a amar os  inimigos e até mesmo a orar por eles. Queria que fizéssemos uma média? Não. Foi por amor, por nos querer felizes, que nos ensinou o perdão e o amor incondicional. Se queremos ser felizes, temos que aprender d’Ele e com Ele como buscar a felicidade. É só tentar. Verão que vale a pena.
 Maria Alice Lima  Ferreira
Texto originalmente publicado no Portal Arte & Cultura  




"A Literatura, como todas as artes, é a confirmação de que a vida não basta." (Fernando Pessoa)




Amei...





terça-feira, 29 de maio de 2012





      

  Fotos de minha noite de autógrafos,  em 19/05/2012...





         Meu sobrinho, Totônio, entregando-me as flores, com um lindo cartão, enviado pelo seu mano José Jarbas Bittencourt Ferreira, que assim se fez representar, na impossibilidade de comparecer, pois estava longe.

                 Emerson Marcelo Machado, Secretário de Cultura explanando, no telão, a minha vida literária...
                                          Rita Lamim, professora da EEJBS e grande amiga...
                                                     Um grupo de familiares e amigos...
                                Maninha, doce criatura, amiga, que colaborou muito com o evento.
                                                              Um grupo de amigas...
                                                     Ideraldo, grande amigo e incentivador...

Alda, advogada, professora, arteterapeuta e amiga e Helder, Diretor da EEJBS e grande amigo.

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