sábado, 22 de setembro de 2012





           Eis um gostinho  do meu 3º livro solo:
                                     

                                                    EM BUSCA DO AMANHÃ

     Serpenteando a serra, pela estrada íngreme, coberta de cascalho, a jardineira empoeirada, lenta, adentra pela mata e, alcança logo depois o descampado, bombardeado pelo sol do meio-dia.  O céu é azul, a temperatura amena e a paisagem, que se vislumbra do cume, é indescritível. Todos os passageiros espicham os olhos. O veículo, então, começa a descer. Mais adiante, vence a curva longa, fechada e estreita, ladeada por pedreiras úmidas e se depara com a Vila, bem no meio do vale. Vila Mariana é brasileira, mas, tipicamente, europeia. Fundada por imigrantes alemães, durante a segunda guerra mundial, constitui-se por um grupo de chalés, casas de madeira envernizadas, ao redor de uma igrejinha. Atrás da igreja, a escola, destoando do conjunto: igual a tantas outras que conhecemos. Um rio de águas claras margeia a vila, pinheiros e ipês floridos completam a paisagem. O ar é puro, o céu é azul e o verde tem o tom do “após-chuva”.
A jardineira estaciona no ponto e os passageiros vão descendo. O motorista espera ansioso, recebendo a passagem de cada um. Quando finalmente, prepara-se para descer, depara-se com ela - a moça que se atrasara e que lhe fizera dar ré e frear, lá em Cantão.
─ Ei, moça chegamos!
Ela nem se mexe.
─ Ei, moça chegamos! - grita ele mais alto.
Aí, sim. Ela se volta pra ele, ergue-se, coloca a mochila grande, de couro, dependurada no ombro esquerdo e indaga:
─ Pode me informar sobre um bom hotel, para eu passar a noite?
─ Oh sim, claro! - ia ele informando, enquanto Bel descia - É logo ali na esquina. Levo a senhora lá. Me dê a bolsa. Pesa muito.
─ Obrigada!
Ele carregava a mochila, tentando puxar assunto. Mas, descobriu logo que a moça não queria conversa. Deixou-a no saguão do Hotel Chalé.
         ─Se a senhora precisar de alguma coisa, lá de Cantão, é só falar comigo. Costumo trazer encomendas.
Ela o olhou. Notou que devia ser descendente de alemães: louro, olhos claros, corado, cabelos lisos, atlético, meio bronco.
 ─ Como é o seu nome?
─ Ciro. E o da senhora?
─ Bel, quer dizer, Isabel.
─ Dona Isabel...
─ Pode me chamar de Bel, sem “dona”.
─ Tá. Bel. Bom, se precisar...
─ Não conheço nada e nem ninguém por aqui.
─ Me conhece, ué! Qualquer coisa... Eu moro a vinte minutos daqui.
─ De carro?
─ Não, a pé. Moro num sitiozinho, com a minha mãe. Somos somente nós dois, desde que meu pai faleceu. Minha mãe gosta de visitas. Eu também. Se quiser aparecer... Temos lá uma cachoeira. Gosta de cachoeira?
─ Gosto, mas só no verão.
─ É certo. Com frio, ninguém aguenta. Mas, é sempre bom um passeio até lá. A senho... Quer dizer, você vai? 
─ Vamos ver!
─ Vai ficar muitos dias?
─ Não sei. Pode ser que sim. Pode ser que amanhã mesmo, esteja indo embora.
─ Bom, não é difícil me encontrar em casa. Sempre chego a esta hora.
─ Obrigada!- disse ela, apertando-lhe a mão e sentindo a firmeza quase brusca da mão dele, comprimindo a sua.
Ciro entregou-lhe a mochila, fez-lhe um aceno e virou-se, caminhando desengonçado.
Sem sequer esboçar um sorriso, Bel ergueu a mão, num aceno rápido e tratou logo de assegurar sua estadia no hotel. Tudo resolvido seguiu o funcionário, que lhe indicou o quarto, deixando sua mochila sobre uma poltrona.
─ A senhora vai almoçar?
─ Não. Quero é um banho.
Ele lhe indicou o banheiro. Ela se instalara numa suíte pequena e confortável, cuja vista dava para um campo verde e, no fim do campo corria o riacho, de águas claras. Chegou à janela, logo que o funcionário se retirou, puxando a porta. Debruçou-se e chorou.
Bel, morena, corpo escultural, de rosto bonito, como que talhado por um escultor perfeccionista, cabelos castanhos lisos, longos e volumosos, inteligente, formada em Turismo, chorava. Por quê?
***
─ Ciro!
─ Como sabia que era eu, mãe?
─ Ora, como sabia? Você é que sempre chega assobiando. Como foi no trabalho, hoje?
─ Bem. Aconteceu uma coisa.
─ Que coisa?
─ Veio uma moça...
 ─ E daí? Não vem sempre uma moça? Ou só viajam velhos, moços e crianças?
─ É diferente.
─ Diferente, como?
─ Uma moça bonita. Muito bonita e muito triste. Hospedou-se no Hotel Chalé.
         ─ Triste? Coitada!
─ Muito triste. Não sorriu de jeito nenhum.
─ E havia motivo para sorrir?
─ Ora, mãe! Fiquei com pena dela. Até falei pra ela vir aqui.
─ Ciro, você nem conhece a moça...
─ Tem jeito de gente boa, mãe.
─ Tô achando que não é só a tristeza dela, que chamou a sua atenção, não!
─ É... Ela é muito bonita. Tem uns olhos castanhos amendoados, com cílios pretinhos... Uma boca carnuda... O corpo...
─ Pode parar, já entendi. Tá de olho na moça, né? Como se chama?
─ Quem?
─ A moça, ué!
─ Bel... Isabel.
─ Não vá se entusiasmar demais. Turista... Você sabe, quer é se divertir.
─ A Bel quer se divertir? Você precisava ver a tristeza dela. Parece que quer é morrer.
─ Credo, estava tão triste assim? Disse a razão?
─ Não disse nada. E eu ia perguntar? Mas, se ela vier aqui, vou tentar ajudar.
─ Como?
─ Sei lá, mãe!
─ Você se impressionou com essa tal de Bel, hein?
─ Ora...
***
Bel não saiu do quarto. Serviram-na lá mesmo - lanche e jantar. Cedo adormeceu. No meio da noite, acordou sobressaltada. O pesadelo... O homem tentava alcançá-la e ela fugia, até se ver sem saída. À beira do abismo, gritava e acordava. Sempre a mesma coisa, nos últimos dias.
Pela manhã, olhou-se no espelho. Viu-se pálida, achou-se feia. Tomou um banho e voltou ao espelho. Resolveu maquiar-se, depois vestiu short jeans e camiseta de listras vermelhas, calçou tênis, encarou-se e decidiu: “Agora é vida nova!” Conheceu outros hóspedes durante o café da manhã, recusou convites, para sair, mas saiu sozinha.
***
─ É aqui que mora o Ciro?
Dona Rosa foi ver quem era. Já tentava torcer a taramela do portão de madeira, que fechava a cerca, quando a moça indagou:
─ A senhora é a mãe do Ciro?
─ Sou. E a senhora, quem é?
─ Bem, eu o conheci ontem, sou Bel.
─ Ah, sei... Vamos entrar! O Ciro falou...
─ Não, dona... Como é mesmo o seu nome?
─ Rosa.
─ Pois é dona Rosa... Eu sei que o Ciro não está agora, ele só chega depois do meio-dia. Eu só estava de passagem. Informaram-me mais ou menos, sobre a sua casa. Só queria confirmar.
 ─ O Ciro não está, mas pode entrar.
─ Fica pra outra vez. Com certeza, vou aparecer.
─ Direi pro Ciro apanhar a senhora, lá no hotel, hoje, pra jantar conosco. A senhora vem?
─ Bom, fico meio sem graça. Mal os conheço...
─ Fica conhecendo melhor, durante o jantar. Combinado?
─ Tá. Combinado. Agora vou continuar minha caminhada. Tem muitas trilhas, por aqui?
─ Ah, tem. E pode caminhar sem susto. Só vai encontrar paz.
Paz era o que buscava. Por isso, caminhava pelas trilhas, escutando o estalar das folhas secas sob os seus pés, sentindo o cheiro do mato e ouvindo o som de pássaros e insetos. Cansada, parava. Sentava-se, até tomar fôlego de novo. Mas, por que tudo aquilo não lhe devolvia a paz? Que vontade sentia de arrancar da garganta aquele nó e dar gostosas risadas, como antes!
***
Durante o jantar, dona Rosa se esforçava, para se inteirar sobre a vida da moça.
─ Dona Bel...
─ Somente Bel, dona Rosa, sem “dona”.
─ Tá. Bel, onde você mora?
─ Em lugar nenhum.
─ O quê? - perguntaram espantados.
─ É isso mesmo. Morava. Deixei minha cidade e tudo pra trás. Agora, moro em lugar nenhum.
─ E seus pais? Deixou sua casa, sua família?
─ Não tenho pais. Morava sozinha. Mas, se vocês me permitem, gostaria de mudar de assunto.
       ─ Parece que a moça não gosta de falar de sua vida. - comentou dona Rosa.
       ─ Mãe, deixe a Bel à vontade.
       ─ Está certo. Mas, uma moça tão bonita, fugindo... Alguma coisa muito triste aconteceu. Ela...
      ─ Dona Rosa, fique tranquila. Não aconteceu nada que me desabone. Não fiz nada de errado, não cometi nenhum crime.
     ─Tudo bem. Sua carinha não é de criminosa não. Mas, vamos mudar de assunto. Você pediu, né?
─ É. Não quero mesmo falar do que passou.
─ Nem de onde você vem?
─ Pra que, Ciro? Fale-me de seu trabalho. Como foi hoje?
─ Igual a todo dia.
─ Ah, você me falou da cachoeira. Quero conhecê-la.
─ Agora é noite.
─ É. Amanhã...
─ Olhe, vou buscar você no hotel, amanhã.
─ De jipe?
─ É.
─ Ah não! Gosto de caminhar. Eu venho e você não precisa se incomodar.
─ Não é incômodo não. Gostei da ideia. Preciso perder esta barriga. Vou buscar você a pé, pode contar.
─ Que barriga tem o meu filho? O que vou falar da minha, então?
Dona Rosa era gorda, barriguda, tinha um rosto redondo, rechonchudo, com pele clara, suave. Os cabelos eram ralos, cacheados, grisalhos e curtos. 
─ Que é isso, mãe? Você é a mãe mais bonita que eu conheço.
─ Esse aí é bajulador, Bel!
─ Ele tem razão. A senhora é bonita, simpática, tem um sorriso sincero.
─ Ah, menina, simpática, eu até acredito. Não dizem que toda gorda é simpática? Deve ser pra compensar o resto.
─ Dona Rosa, a senhora acha a beleza física muito importante?
─ Ah, Bel, tem lá o seu valor, não tem não?
─ Tem, mas passa.
─ É, passa. Por isso é que a pessoa precisa cultivar a beleza interior, senão não sobra nada no fim.
─ Eu sei.
─ Mãe, este franguinho ao molho pardo está delicioso.
─ Sua mãe cozinha muito bem.
─ Ora, chega de conversa, deixem-me tirar a mesa. Não sei se a moça apreciará a sobremesa, mas o meu filho...
─ Ah, já sei o que é: pavê de chocolate. Acertei?-indagou o moço.
        ─ Acertou. Você gosta Bel?
─ Gosto. - respondeu, ajudando a retirar os pratos.
─ Deixe! Você é visita.
─ Não custa nada. Deixe-me ajudar.
E ajudou, até que ficou tudo limpo. Depois da sobremesa, passaram à sala de TV. Já era bem tarde, quando Ciro a levou no jipe.
─ Minha mãe gostou de você. Também, quem não gosta né?
─ Vocês são muito gentis.
─ Não é gentileza não. Somos sinceros.
─ Eu sei. Obrigada.
─ Amanhã, às 14:00h está bom para você?
─ Está. Mas, você vai acabar se cansando. Trabalhar, depois me paparicar...
─ Canso não. É um gosto. Faço por mim mesmo. Me sinto bem ao seu lado.
Ela começou a perceber que despertava nele mais que amizade.
─ Você é um bom amigo.
─ Só isso?
─ Espero, porque...
─ Porque...
─ Esqueça.
─ Tá. Mas, ainda vou fazer você sorrir.
Ela o olhou pensativa e esboçou um sorriso.
─ Isso. Sorria. Você é linda!
Diante do entusiasmo dele, Bel sorriu melhor. Ciro freou o carro.
─ Por que parou?
─ Ora, porque preciso apreciar este sorriso. Se você soubesse o quanto é linda sorrindo, nunca mais se entristeceria.
─ Só você mesmo...
─ Você é mesmo especial. Dá pra ver, que é moça fina, educada, estudada e fica andando com um sujeito bronco como eu. Um motorista de jardineira!
─ Ciro, eu estudei sim. Formei-me em Turismo. Não exerci a profissão ainda. Mas, pretendo. E daí?
─ Bom, eu só fiz o ginásio, em Cantão. Depois, o pai morreu e eu voltei, pra cuidar da mãe. Não gosto de mexer com terra não. Gosto da natureza, mas não levo jeito com plantações. Além disso, no sítio, a mãe só cultiva flores, que são vendidas em Cantão. Você viu, não viu?
─ Vi. São lindas. Sua mãe me mostrou.
─ Pois é... Como não tenho muita opção, virei motorista. Não me envergonho não, mas ia me sentir muito mal, se você tivesse vergonha de ter um amigo motorista de jardineira.
─ Eu? Vergonha? É preciso ser pequeno demais, para sentir vergonha da profissão de um amigo.
─ E se eu fosse mais que seu amigo? Namorado?
─ Você é meu amigo.
─ Mas, faça de conta.
─ Se eu fosse sua namorada, com certeza, estaria apaixonada. Aí... Você poderia ser até mico de circo, quanto mais motorista! Imagine! O que importa numa pessoa, você tem de sobra.
─ O que é?
─ Autenticidade.
─ O quê?
Ele possui um vocabulário bem restrito.
─ Quero dizer, que você é o que é: transparente. Sua fala corresponde ao seu pensamento. É como se pudesse ler a sua alma. Posso até estar enganada, mas não costumo errar neste tipo de julgamento. Se bem, que a gente se conhece há pouco tempo. Questão de horas, não é?
─ Ué, nem sabia que eu era assim. Mas, se quiser conferir se está enganada ou não, é só não deixar de me encontrar e demorar a ir embora.
***
Bel permaneceu dois meses em Vila Mariana. Durante esse tempo, esteve sempre em companhia de Ciro. Ele tentava arrancar-lhe a história, que desfaria o mistério que a envolvia, mas nada conseguia. Certa vez, descansavam de uma cavalgada, junto ao rio, sentados sobre a relva. Ele se aproximou, com intimidade e ela se deixou beijar na boca, a princípio sem corresponder e, pouco a pouco, timidamente, correspondendo ao beijo do jovem.
─ Bom, parece que você não estava muito empolgada. Desculpe!
─ Não tem que pedir desculpa. Eu deixei, não deixei?
─ Estou gostando de você.
─ Eu também gosto de você.
─ Mas, gosta diferente, não é?
─ Não sei.
─ Sabe sim. Já percebeu que estou é apaixonadão.
─ Bem, Ciro, eu tenho você na conta de um amigo. Não gostaria que passasse disso.
─ Você tem razão. Como um sujeito bronco, como eu, pode sonhar como uma dama como você, estudada, fina?
─ Não tem nada a ver, meu caro. Já disse que o admiro e admiro muito mais que a muitos doutores, porém...
─ Ainda gosta dele, não é?
─ Dele, quem?
─ Do homem que a fez fugir para cá.
─ Nunca disse que havia um homem nesta história.
─ Não disse. Eu imaginei.
─ Vamos mudar de assunto? Senão...
─ Senão vai embora, não é? Por que não confia em mim? Pensei que já confiasse. Quando chegou, nem sorria. Agora, ri comigo, parece divertir-se tanto... Se bem que, de vez em quando, seu olhar fica tão distante...
─ Agradeço-lhe muitíssimo por sua companhia, sua amizade...
─ Não é amizade. É amor. Amor que você recusa.
─ Compreenda...
─ Tá, eu compreendo. E o que ganho com isso? Pelo menos, posso ter uma esperança?
─ Como vou saber? Sentimento não é uma coisa previsível.
─ Como?
─ Previsível. Quer dizer, que eu possa prever ou garantir que vai acontecer.
- Eu gosto por nós dois.
─ Não, Ciro. Assim não quero. Por mim e por você, não quero. Quando encontrar alguém, que goste tanto de você...
─ Pare! Eu só vou amar você.
─ Impressão sua! A gente nunca sabe o que o amanhã nos reserva. Verá que eu tenho razão. Na maioria das vezes, estamos sempre em busca do amanhã.
***
Naquela noite, Bel deixou o Hotel Chalé, de táxi, sem despedidas e sem deixar pistas.
Dona Rosa tentava consolar o filho.
─ Eu lhe disse, para não se entusiasmar demais. Turista... Você foi se achegando, achegando... Agora, é levantar a cabeça e seguir adiante. Aquela moça é muito misteriosa. Por que nunca fala do passado? Nem de onde veio, você conseguiu saber. Esquisito.
─ Ah mãe, ainda vou encontrar a Bel, um dia!
─ Filho, tem tanta moça boa, em Vila Mariana. Gente que a gente conhece. Olhe, a Ritinha gosta muito de você. Desde que a Bel chegou aqui, você desprezou a pobre. Você bem que gostava dela.
─ Gostava, mas é diferente. Ah, Bel... Ah, a Bel!
─ Ritinha é nossa vizinha. Tão pertinho de você! Pra que ir longe buscar o amor, se pode encontrar um, aqui mesmo, tão perto?
─ Longe? Buscar longe o amor? Nem isso eu posso fazer, porque não sei onde ela está. Aquela ingrata! Sem educação! Nem se despediu da gente. Não saía daqui, né mãe? E fez isso!
─ Pois é, filho! Ela não merece que você fique com esta cara de desespero. Ande!  Saia deste calundu! Seja homem, ué!
─ Tá certo. Não se fala mais de Bel nesta casa. – respondeu o moço, retirando-se com passos firmes, indo em direção à garagem.
Dona Rosa ouviu o barulho do acelerador e, depois, ouviu ronco do motor do jipe, indo em direção à vila.
─ Vai encher a cara! – disse em voz alta, para si mesma.
***
Dois anos depois, vamos encontrar Bel desembarcando no Aeroporto Internacional do Rio. Ela vai ao encontro dos tios, que a esperam. Beijos e abraços. Dirigem-se para o carro.


4 comentários:

  1. Querida Maria Alice,
    Quanta criatividade em escrever, acho sinceramente que você nasceu com este dom.Gostei demais do enredo e do desenvolvimento da História do Ciro e Bel...Ah quando o amor chega não há coração que resista. Não mandamos nos nossos sentimentos e não adianta a dona Rosa empurrar o Ciro para a Ritinha porque o coração dele tem o nome da Bel gravado.
    Amei viu!
    Preciso urgente comprar seus livros!
    Beijos com carinho.

    ResponderExcluir
  2. Obrigada, Sandrinha, por seu belo comentário! Este blog não me anima muito, porque as pessoas o visitam, mas fazem o comentário lá no Face. Deve ser por desconhecer como se procede, para comentar aqui.Sempre que eu postar alguma novidade, chamarei vc. Só assim terei comentários por aqui. Obrigada! Bjs.

    ResponderExcluir
  3. Geisa Ferreira Pinto18 de novembro de 2012 11:41

    Parabéns, tia! Sempre escrevendo bem. Mas confesso que percebo um amadurecimento da escritora do primeiro livro para estes contos. Seu 3º livro parece bem inteessante. Seu talento está crescendo cada vez mais . Sucesso! Bjs

    ResponderExcluir
  4. Obrigada, Geisa, minha mais sincera crítica literária. É bom poder contar com a avaliação sua. Bjs.

    ResponderExcluir

Agradeço sua presença, sem ela não haveria motivos para eu escrever. Mas se pretende utilizar minha postagem, total ou parcialmente, peço que me informe. Obrigada!

Twitter Facebook More

 
Powered by hospedagem ilimitada criar site gratis